quarta-feira, 30 de setembro de 2009

College Football Prospects

Como foi prometido no início, não só de NFL se trata este blog. Vamos tentar ao longo das semanas destacar alguns jogadores que possam vir a ser importantes num futuro próximo na NFL e que, esperemos nós, sejam high picks já para o ano. Sabe-se que nem todos os jogadores se submetem ao draft e que a maior parte deles quando o faz, o ultimo ano em que jogou no College foi o seu ano de Senior (ou seja, o 4º ano). Para quem não sabe, os caloiros (jogadores de 1º ano) são chamados de Freshman, os de 2º ano são os Sophomore, os de 3º ano Juniors e por fim a última época é a de Senior. Não nos preocupando muito com estas questões por enquanto, vou destacar em primeiro lugar os jogadores que considero que possam vir a ser high picks já no draft do próximo ano:
  • Tim Tebow
  • Joe McKnight
  • Colt McCoy
  • Jevan Snead
  • Jahvid Best
  • Charles Brown
  • Alex Parsons
  • Taylor Mays
Tim Tebow é o Quarterback da Universidade da Florida que no ano passado acabou por ganhar o National Championship Game e consequentemente por ganhar também o Heisman Trophy, troféu esse que distingue o melhor jogador de College Football desse ano, sendo naturalmente ambicionado por cada jogador presente na NCAA.

Joe McKnight do que vi e li até agora, é um dos principais RunningBacks a jogar no College e faz parte do roster da Universidade de South California mais conhecida como USC. Desta Universidade fazem também parte o Offensive Tackle Charles Brown, o Safety Taylor Mays e o Offensive Guard Alex Parsons. A OL de USC é claramente uma das melhores do país e portanto optei por colocar todos os seus membros nesta lista (os que não foram referidos, foi porque não estão no seu ano de Senior mas serão mencionados mais à frente).

Na luta para a primeira posição no draft do próximo ano, conjuntamente com Tim Tebow, estão Jevan Snead e Colt McCoy. Actuam ambos, tal como Tebow, a Quarterback. Jevan Snead é o titular da equipa de Ole Miss e Colt McCoy da actual segunda melhor equipa a nivel nacional (tendo em conta os rankings que mudam semanalmente), os Texas Longhorns.

Para acabar falta apenas falar de Jahvid Best, o RunningBack que joga na Universidade da California (Não confundir com USC). Best tem uma média de carreira no College de 7.5 yards per carry, impressionante no mínimo. Apesar de no jogo passado a sua equipa ter sido cilindrada por Oregon, Jahvid Best chamou-me à atenção e denotei alguma qualidade. No seu ano de Sophomore conseguiu um total de 1580 rushing yards e a projecção para este ano tende a diminuir esse valor para as 1400 rushing yards.

Volto a referir que esta lista apenas é feita baseada nos jogos que acompanho, pelo que devem haver muitos jogadores que não vi e poderão ser melhores dos que menciono. Tenho mais jogadores na minha lista mas deixo-os para uma próxima oportunidade, não vou divulgar logo a informação toda duma vez, têm de esperar para ver!

4 comentários:

  1. mais um grande post.

    em breve falaremos de mais prospects, não percam ;)

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  2. Tim Tebow é um excelente QB, vai ter muito futuro.

    O College football é daquelas competições que ainda não entendi muito bem, têm montes de conferências, montes de Bowls (penso que seja uma forma de mais gente ganhar mais dinheiro, são universidades, o fundos não ficam tão centralizados, não vai tudo para a mesma organização), mas não seria melhor tornar aquilo num campeonato mais arrumado...? Não digo tudo numa liga, mas talvez menos conferências.

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  3. As conferencias podem existir na mesma mas concordo que o College Football é um campeonato muito desarrumado. Uma das promessas do Obama era mudar o esquema do College Football e metê-lo como o do College Basketball, Playoffs até à final. Creio que faz mais sentido assim, vamos ver se é posto em prática.

    Podes ver isto que disse em:
    http://sports.espn.go.com/ncf/news/story?id=3704864

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  4. Há muito dinheiro envolvido e os programas que mais investem são os que mais recebem, se repararem, acabam por ser sempre +/- os mesmos que vão estando no topo dos rankings, rankings esses que são martelados para que fique tudo na mesma como a lesma.

    Não seria difícil usar 13 semanas para cada equipa fazer 12 jogos e depois terem uns playoffs para 16 equipas, mas aí as bowls deixavam de existir a menos que algumas delas fossem integradas nos playoffs e as restantes fossem jogos de consolação...

    Para usarem o modelo do March Madness, só com direitos televisivos centralizados e a beneficiarem os mesmos que mandam, e dando a estes mais benesses que aquelas que já têm. Sim, para mudarem, só para melhor, e a cultura por aqueles sítios é a do dinheiro e do lucro e do "o que é que eu ganho com isso?"

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